O seu resumo semanal das principais notícias do mundo contábil e fiscal chegou. Na Fiscal News, informação é prioridade para quem tem sede de conhecimento.
Confira os melhores insights e conteúdos.
O que você encontrará nesta edição:
🦁 Imposto de Renda 2026: quem deve declarar.
📆 Informe de rendimentos com erro: como retificar e evitar problemas na malha fina.
⌛IR 2026: quando optar pela declaração completa ou simplificada?
🔎 Reforma Tributária: guia de sobrevivência para a transição (2026-2033)
🏦 Governança tributária na prática: o que diferencia empresas estruturadas das vulneráveis?
📋 3 mudanças da reforma tributária que vão alterar o dia a dia das empresas
📢 Outros highlights
Imposto de Renda 2026: quem deve declarar
Contador, a entrega da declaração de Imposto de Renda 2026 para pessoas físicas está se aproximando… Você já sabe quais são as regras para este ano?
Conforme a Receita Federal, está obrigado a declarar o Imposto de Renda 2026 a pessoa física que recebeu rendimentos tributáveis cuja soma anual foi superior a R$ 60.000.
As regras do Imposto de Renda também incluem os novos residentes, ou seja, quem passou a morar no Brasil em qualquer mês de 2025.
Esses novos residentes também precisam fazer a declaração de Imposto de Renda 2026, caso tenham bens ou direitos que superem o limite definido pela Receita Federal.
No artigo a seguir, você vai entender melhor quem deve declarar Imposto de Renda 2026, quem está isento da declaração de IR e um passo a passo de como fazer a declaração de Imposto de Renda 2026.
Informe de rendimentos com erro: como retificar e evitar problemas na malha fina
Com a proximidade do período de entrega da Declaração do Imposto de Renda, contribuintes e profissionais da contabilidade precisam redobrar a atenção aos informes de rendimentos.
Erros em valores, retenções ou identificação de fontes pagadoras podem gerar inconsistências na declaração e aumentar o risco de retenção em malha fina pela Receita Federal.
O informe de rendimentos é um dos principais documentos utilizados para o preenchimento da declaração anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), reunindo informações sobre salários, benefícios, rendimentos financeiros, aposentadorias, aplicações e impostos retidos na fonte.
Quando há divergência entre os dados declarados pelo contribuinte e aqueles informados pelas fontes pagadoras ao Fisco, o sistema de cruzamento eletrônico identifica automaticamente a inconsistência.
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IR 2026: quando optar pela declaração completa ou simplificada?
O período de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF 2026) está chegando, e dentre as várias preocupações, uma delas é qual tipo de declaração escolher: completa ou simplificada.
Tanto a declaração simplificada quanto a completa vão entregar suas informações para a Receita Federal, no entanto, claramente a declaração simplificada não é destinada para todos os contribuintes.
Com dois modelos existentes e o receio de cair na malha fina, vamos entender quais as diferenças entre eles, quando é possível optar pela declaração simplificada e quando será necessário optar pela declaração completa.
Reforma Tributária: guia de sobrevivência para a transição (2026-2033)
Não estamos mais discutindo se a Reforma Tributária (aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023) vai acontecer, mas como vamos sobreviver à sua implementação.
Com a publicação da Lei Complementar nº 214/2025 e da recente Lei Complementar nº 227/2026, as regras do jogo foram definidas.
Para contadores e gestores fiscais, a mensagem é clara: o modelo declaratório que conhecemos — onde apuramos o imposto após o fim do mês — está com os dias contados.
A transição dos tributos atuais (PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS) para o novo IVA Dual (IBS e CBS) não será uma virada de chave única, mas uma convivência complexa de sistemas que durará oito anos.
Quem não preparar seus processos e ERPs agora enfrentará riscos fiscais severos já em 2026.
Governança tributária na prática: o que diferencia empresas estruturadas das vulneráveis?
Nos últimos anos, tenho acompanhado de perto como o ambiente tributário ficou mais complexo. As empresas lidam com novas obrigações, cruzamentos automáticos e uma fiscalização cada vez mais digital.
Quando não existe organização, o resultado é sempre o mesmo: riscos altos, retrabalho e uma rotina que nunca fecha. É por isso que insisto tanto na governança tributária.
Ela não é teoria, é prática. É o que transforma o fiscal em uma área estratégica, capaz de prever problemas antes que eles apareçam.
Quando a empresa tem processos claros, responsabilidades definidas, controles funcionando e tecnologia bem aplicada, tudo flui.
Quando não tem, vive dependente de pessoas específicas, perde tempo com inconsistências e é surpreendida por notificações que poderiam ser evitadas.
O primeiro passo é um diagnóstico honesto da operação. Depois, criar um calendário fiscal integrado, documentar processos e revisar parametrizações.
Além de acompanhar indicadores e investir em capacitação. Isso não é luxo, é o básico para reduzir riscos e ganhar eficiência.
3 mudanças da reforma tributária que vão alterar o dia a dia das empresas
A promulgação da Reforma Tributária (Emenda Constitucional nº 132/2023 e a sanção da Lei Complementar nº 214/2025) marca o início da maior transformação no sistema tributário brasileiro dos últimos 60 anos.
Para empresas e escritórios de contabilidade, não se trata apenas de uma troca de siglas: estamos diante de uma mudança completa nos modelos de negócios, na gestão financeira e na forma como o contribuinte se relaciona com o fisco.
A complexidade atual, baseada em cinco tributos (PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS), dará lugar ao IVA Dual, composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), além do Imposto Seletivo (IS).
Preparar-se agora é a única forma de garantir eficiência, previsibilidade e, acima de tudo, a sobrevivência operacional na transição que começa a ganhar corpo ainda esse ano.
Outros highlights 📢
☑️ Imposto Seletivo é só para bebida e cigarro? A dimensão real desse tributo na Reforma Tributária
☑️1.500 – esse é o tempo que as empresas brasileiras gastam para cumprir suas obrigações fiscais
☑️ Por que minha contabilidade escolheu a Jettax?
☑️ Resistência à nova nota fiscal desafia contadores na transição para IBS e CBS
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