Fiscal News I Como as IAs estão mudando o cenário contábil, EFD no radar; muito mais

13 ago 2026 5 min de leitura
Artigo atualizado 02 set 2026

O que foi notícia e o que impacta em sua rotina. Agora, na newsletter feita por e para o contador brasileiro. Entenda o cenário fiscal e as novidades da semana. Boa leitura.

O que você vai ler nesta edição da Fiscal News:

  • EFD-Contribuições precisa ser enviada até esta sexta (14).
  • Simples Nacional: ME e EPP terão NFS-e padrão nacional obrigatória a partir de novembro.
  • NFS-e Nacional: o que muda na emissão de notas e prazos.
  • Ajuste SINIEF 20/2026: nova mudança na Reforma Tributária.
  • Split Payment e capital de giro: como se preparar antes de 2027.
  • Ep. 2 do Jetalks – IA e seus desdobramentos para o cenário contábil.
  • Auditoria de NCM: como identificar e corrigir classificações fiscais incorretas antes que gerem autuação.
  • Outros highlights.

EFD-Contribuições precisa ser enviada até esta sexta (14)

(despertador, pilha de pastas e logo EFD-Contribuições/Reinf):
"Despertador sobre mesa de escritório com pilha de pastas ao fundo, ilustrando o prazo de entrega da EFD-Contribuições e do Reinf"

📌 O que mudou: O prazo de entrega da EFD-Contribuições referente aos fatos geradores de junho de 2026 termina nesta sexta-feira, dia 14.

💬 Significa: Quem perder o prazo fica sujeito a multa por atraso na entrega da obrigação acessória, além do risco de inconsistência com outras declarações que cruzam os mesmos dados, como o SPED Fiscal.

✅ O que fazer: Confirme com a equipe fiscal que todos os clientes com escrituração de PIS/COFINS já têm o arquivo gerado e validado antes de sexta — não deixe a revisão para a própria data de vencimento.

Leia na íntegra


Simples Nacional: ME e EPP terão NFS-e padrão nacional obrigatória a partir de novembro

(executivo com tablet, caneca e notebook):
"Profissional de terno consultando tablet em pé, com xícara, caderno e notebook sobre a mesa"

📌 O que mudou: A partir de 1º de novembro de 2026, microempresas e empresas de pequeno porte do Simples Nacional que prestam serviços com Nota Fiscal de Serviços passam a ser obrigadas a emitir pelo padrão nacional da NFS-e.

💬 Significa: Escritórios que atendem prestadores de serviço do Simples vão precisar migrar da emissão municipal (quando ainda em uso) para o padrão nacional, o que pode exigir recadastramento e ajuste de rotina de faturamento.

✅ O que fazer: Levante desde já quais clientes do Simples ainda emitem por sistemas municipais próprios e comece a migração com antecedência — não espere outubro para validar em homologação.

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NOTÍCIAS DA SEMANA

NFS-e Nacional: o que muda na emissão de notas e prazos

(calculadora, rolo de recibos e logo NFS-e):
"Calculadora e rolo de comprovantes fiscais sobre mesa de madeira, com logotipo da NFS-e (Nota Fiscal de Serviço eletrônica) ao fundo"

📌 O que mudou: A implementação da NFS-e de padrão nacional já tem cronograma definido, com o objetivo de unificar mais de 5.500 sistemas municipais de emissão em um modelo único.

💬 Significa: A unificação reduz a fragmentação que hoje obriga escritórios a lidar com regras diferentes por município, mas exige atenção redobrada durante a transição, quando os dois modelos podem conviver.

✅ O que fazer: Mapeie os municípios de atuação de cada cliente prestador de serviço e acompanhe o cronograma de adesão de cada prefeitura ao padrão nacional.

Leia na íntegra


Jettax + Domínio, conectados de verdade!

A integração oficial entre Jettax e Sistema Domínio já está disponível.

A Jettax captura e audita os documentos fiscais e os entrega ao ERP Domínio prontos para processamento.

Assim, seu escritório reduz atividades como baixar XML portal por portal, importar arquivos manualmente e conferir se algum documento ficou para trás.

Aperte o botão abaixo e entenda como ativar a integração.

Quero saber mais agora!


Ajuste SINIEF 20/2026: nova mudança na Reforma Tributária

(óculos sobre mesa iluminada, homem desfocado ao fundo com laptop):
"Óculos de grau apoiados sobre mesa iluminada, com profissional desfocado ao fundo trabalhando em notebook

📌 O que mudou: O Ajuste SINIEF nº 20/2026 promove alterações no Ajuste SINIEF nº 49/2025, com disposições que passam a produzir efeitos a partir de 3 de agosto de 2026.

💬 Significa: Mais uma camada de ajuste técnico se soma ao já extenso volume de normas da Reforma Tributária publicadas em 2026 — o risco de perder uma atualização relevante no meio da “enxurrada” de publicações é real.

✅ O que fazer: Centralize o acompanhamento normativo da Reforma Tributária em um único responsável ou ferramenta, em vez de tentar acompanhar cada ajuste isoladamente.

Entenda mais


Split Payment e capital de giro: como se preparar antes de 2027

(lupa sobre gráfico financeiro, calculadora e notas de dólar):
Mãos analisando gráfico financeiro com lupa, ao lado de calculadora, planilhas e notas de dólar sobre a mesa

📌 O que mudou: A partir de 2027, o split payment vai reter automaticamente os valores de IBS e CBS no momento do pagamento, antes que o recurso chegue à conta da empresa.

💬 Significa: Empresas que hoje usam parte do valor do tributo como capital de giro no intervalo entre o recebimento e o recolhimento vão perder essa margem de caixa.

✅ O que fazer: Comece a revisar a projeção de fluxo de caixa dos clientes com maior faturamento e carga tributária para 2027 — é onde o impacto de liquidez tende a ser mais sentido.

Entenda mais


Ep. 2 do Jetalks – IA e seus desdobramentos para o cenário contábil

Neste segundo episódio do Jetalks, Gustavo Dacol recebe Alexandre Caieiro, head de IA da Vela LATAM, para uma conversa estratégica sobre o avanço da inteligência artificial e os impactos reais que essa transformação já está causando no mercado contábil.

Contador, você já usa IA na rotina do escritório?

  1. Sim, uso todo dia.
  2. Uso às vezes.
  3. Ainda não uso.
  4. Quero começar.

Vota aí e depois assista ao episódio completo no Canal da Jettax.


Auditoria de NCM: como identificar e corrigir classificações fiscais incorretas antes que gerem autuação

(mãos escrevendo sobre prancheta com gráficos, calculadora e óculos ao fundo):
Profissional de camisa branca preenchendo documento fiscal em prancheta, com calculadora, óculos e gráficos financeiros sobre a mesa

Toda nota fiscal carrega um código de oito dígitos que, sozinho, define quanto de imposto a empresa vai pagar: o NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). Quando esse código está errado, o erro raramente aparece de imediato: Ele se acumula no cadastro de produtos até que a nota é rejeitada, um cliente questiona a alíquota ou a Receita Federal abre uma fiscalização. A boa notícia é que o problema tem solução simples quando é tratado como rotina: a auditoria periódica de NCM.

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